quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

TdL 1ªJ SL Benfica 1 Nacional 0

E o ano acaba com mais uma vitória do Benfica na abertura da Taça da Liga (TdL).

Vou tentar ser o mais curto possível porque este dia trinta e um dia é sempre a fugir e há compromissos para cumprir até à meia-noite.

Ontem, no após saída de mais um titular da época passada, JJ apresentou a equipa possível. Se contabilizarmos os tais titulares que saíram (Oblak, Garay, Siqueira, Enzo, Markovic e Rodrigo), mais as saídas de dois jogadores menos titulares mas importantes (Cardozo e André Gomes) e finalmente os lesionados da passada época que são três (Fejsa, Rúben Amorim, Sálvio e Sulejmani)... Isto dá doze jogadores, faltando Eliseu. A equipa possível mas ainda assim competitiva.

Mais uma vez, o jogo de ontem serviu para provar que Cristante é jogador para o futuro... Próximo! sabendo que temos Fejsa para chegar e que André Almeida também faz aquela posição de forma muito mais do que aceitável, ficamos conversados em relação à posição de trinco.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Doce 2014

Ele que se está a ir embora, foi um grande ano. Com cicatrizes ainda muito abertas, O Benfica e os Benfiquistas até começaram por levar um rude golpe em Janeiro: Mais uma das lendárias personagens do nosso universo tinha partido... Eusébio. Mas ele, como Camões escreveu, já há muito se tinha libertado da lei da morte.

A partida deste poeta, cujas fintas tinham ritmo, as arrancadas tinham rima e os remates vitoriosos eram o fecho perfeito de um soneto; conseguiu no entanto limpar a cabeça ao Benfica futebol. As coisas ficaram mais clarividentes, as lágrimas vertidas naqueles dias regaram de esperança o futuro do futebol do clube... E a caminhada prosseguiu (por entra a perda de outro imortal - Mário Coluna...) rumo ao tri...

Quais foram então os grande momentos deste ano que finda? A escolha é deste escriba e vale uma opinião que mais não é do que a minha. Deixo-vos a minha pequena selecção e podem votar à vossa direita:

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Chuta A Bola Pá 3

Aqui está o Natal. Como não tenho mais do o meu Benfiquismo para vos oferecer, decidi ir à procura de momentos da bola mais antigos. Desta busca nos jornais, que até ocuparam mais tempo de leitura do que deviam (em comparação com os compêndios de estudo), ficam imagens de três décadas que, fazendo o melhor trabalho de edição possível, trago até vós estimados leitores.

A sucessão de imagens termina com imagens da época passada, porque acho que essa época deve ser ainda celebrada e relembrada por todas as razões...

São então cinquenta chutos (ou tentativas de chutos) de todas as maneiras possíveis. Uma arte! Esta é a terceira publicação... Hipóteses de arranjar novas imagens são cada vez mais diminutas.

Começo com velhos mestres como ponto de referência. Toca a clicar nas imagens e boa viagem.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

14ª J: S.L. Benfica 1 Gil Vicente 0

Irra, que nunca mais acabava!

Hão-de concordar que o contexto era propício para um jogo daqueles acontecer. Por motivos relativamente diferentes, já o mesmo tinha acontecido a época passada: Um jogo assustador onde estivemos bem perto de não ganhar os três pontos; E, se tal acontecesse, nem tínhamos ponta por pegar para atribuir a culpa a não ser ao dia em si.
Só três da equipa do triplet?
Com tanta lesão, que se seguiu à chegada de muitos novos jogadores e a uma derrota no mínimo perturbadora, o Benfica apresentou-se com um grupo de jogadores que ainda necessita de muito trabalho de modo a que não pareçam estranhos que se acabaram de encontrar no onze inicial. Sem uma voz de comando forte (desculpa Maxi mas jogaste num flanco), o Benfica foi muito lento a começar a jogar. Frente a um autocarro muito móvel e fresco, tal como no jogo da taça, os primeiros dez minutos não existiram. Os dez minutos que se seguiram, foram de aquecimento para a obtenção do golo e depois foram quinze minutos inconstantes até ao intervalo.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

TdP 2014 2015: S.L. Benfica 1 braga 2

Frustrante.

Mas assim se definem os vencedores. Se por um lado demos um festival de ataque digno de figurar nos melhores compêndios sobre futebol... Por outro lado, a combinação de uma única exibição de sonho mais duas desconcentrações defensivas foram o suficiente para parar o tal tsunami.

A vida é isto. Merecemos inteiramente a vitória. Ola John, César e André Almeida merecem relembrar o que não fizeram para que essa derrota acontecesse naturalmente. Os três jogadores são jovens, têm muitas qualidades e devem rever e aprender para continuarem o seu caminho de ascensão no futebol. Isso irá torná-los mais efectivos.